Ação Cidadania e Gestão Ambiental: Fevereiro 2011

Campanha da Fraternidade 2011

on segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

A campanha da Fraternidade deste ano tem como tema Fraternidade e vida no planeta e como lema " A criação geme em dores de parto"(Rm 8,22).

O tema foi desenvolvido a partir do que vivenciamos atualmente, pois como disse Dom Alberto Taveira " Deus nos perdoa, a natureza não".

Se não cuidarmos do planeta a partir de agora podemos sofrer sérias consêquencias no futuro, isso se já não  estamos sofrendo é preciso abrir os olhos, acordar e perceber que  a beleza só dura para sempre se nós deixarmos.Vamos aproveitar esse ano e fortalecer nossa relação com o meio ambiente. 

Pe Cristiano " A Igreja precisa de santos de calças djeans"

No dia 06 de fevereiro de 2011 se ordenou na diocese de Guarulhos -  SP o Pe. Cristiano Aparecido de Souza. O mesmo nasceu na cidade de Tavares na paraiba, mas precisamente no sitio Boa Vista. A cinco anos atrás impulcionado pela saudade de sua terra e de seus familiares ele voltou a Tavares ainda na condição de diácono, antes de ir embora o mesmo fez uma promessa " quando me ordenar a minha primeira missa será rezada em minha terra natal ".

Pois é o tempo passou e o mesmo cumpriu a promessa. Na quarta feira a noite, dia 16  de fevereiro de 2011 chegou na cidade de Tavares o Pe. Cristiano acompanhado de sua mãe Luiza, sua tia Nevinha, sua madrinha  Analia e sua filha de quatro anos. Logo que chegou o mesmo não teve descanso, já tinha uma agenda cronologicamente montada para sua passagem na diocese de Patos que mesmo sendo curta, foi marcada de simbolismo, fé e alegria pelos fiéis de São Miguel Arcanjo.

Sua passagem pode ser resumida cronologicamente, pelos principais fatos:

*Na quinta feira dia 17 o mesmo participou da adoração que começou ás 19:00 horas da noite.

*No sabado dia 19 o mesmo celebrou sua primeira missa às 15:00 no sitio Boa Vista, onde após a missa a comunidade serviu um bolo em sua homenagem.

*À noite do sabado ele celebrou o enlace matrimonial de sua prima Renaly e Sergio.

*Na manhã do domingo dia 20 o mesmo celebrou a missa de despedida às 8:30, na momento da liturgia como homenagem ao mesmo sua mãe entrou com a biblia, na homilia o mesmo citou que queria uma igreja santa, sem mascáras, queria ver os jovens mais participativos, Podemos ser santos na faculdade, na academia, nas reuniões com nossos amigos ou nos sites de relacionamento na internet. Pois a igreja necessita de santos de calças djeans, disse o mesmo na homilia fazendo mensão ao trecho do livro " santos de calças djens de Adriano Gonçalves". 

No final da missa como é tradição da igreja cristã todos se organizarão em fila para beijar as mãos do padre que tinham sido abençoadas com olho.

* Na manhã do dia 21 às 10:00 o mesmo viajou para o recife onde pegará o avião para São Paulo, onde no dia 22 o mesmo será nomedo vigário da paróquia Santa Terezinha – Cumbica.

Todos os tavarenses e Pe. João Batista agradecem a presença do Pe. Cristiano e rezam para Deus abençõe na sua caminhada e ficam torcendo para que o mesmo possa voltar em breve aqui nessa cidade que será para sempre o aconchego de seus filhos.


Anexo entrevista do Pe Cristiano ainda como Diácono a folha diocesana da diocese de  Guarulhos.



Entrevista com o Diácono Cristiano

Folha Diocesana – Como surgiu sua vocação ao sacerdócio?
Diác. Cristiano - Quando me perguntam sobre como surgiu minha vocação logo penso na música: “Mais, mais, mais”, dos cantores de Deus. Esta música revela não somente a grandeza do chamado, mas como ele se deu: “O Senhor me escolheu, e me mandou profetizar. Não gritou nos meus ouvidos. Não mandou nenhum bilhete. Nem telegrafou. Não pôs carta no correio… mas me escolheu”. O chamado é sempre resultado de uma aproximação entre duas vontades, despertado pela vontade de Deus e respondida por nós com um sim generoso.
É como um “jogo de sedução” em que Deus vai manifestando sua vontade por meio de sinais, às vezes não tão explícitos como gostaríamos, pois somos muito exigentes e com sede de grandiosidade. Na maior parte dos chamados estes sinais são simples, discretos, mas concretos, e este foi o modo como Deus me chamou! Os sinais que Deus me ofereceu para descobrir o meu chamado foram estes: “Vi que Deus chamava com os olhos do meu coração. Ouvi meu Deus falar pelos ouvidos do meu coração. Senti que Deus chamava quando eu vi a dor do povo. Senti que Deus falava quando ouvi a minha Igreja”.
Estes sinais começaram a despertar desde muito cedo no Sítio Boa Vista, um pequeno vilarejo da Cidade de Tavares na Paraíba. Lá vivenciei minhas experiências primeiras da fé. E como elas foram importantes! Descobri como Deus é alguém e não uma idéia. E foi isto que me fez oferecer-lhe uma resposta positiva diante do chamado feito. Aquela Igreja cheia de homens e mulheres de fé, de lutadores, foi o meio pelo qual Deus revelou-me o chamado. Entre estes lutadores desejo citar seu Geraldo e dona Luiza, meus pais. Imagino como foi difícil à eles criar-me junto com os meus 8 irmãos, mas tenho certeza, onde tem fé nada falta!
Tanto na Capela N. Sra. do Perpétuo Socorro, como na Igreja Matriz da cidade as rezas de terço, as novenas, as festas dos padroeiros, alimentaram a minha fé. Fui batizado, recebi a Primeira Comunhão, fui coroinha e coordenador de grupo de Jovens. Enfim, fui alguém que descobriu o valor de ser gente, de ser povo de Deus. Agora nesta Igreja de Guarulhos percebo o convite insistente do Senhor: “Permanecei na cidade” (Lc 24, 49).

FD – Um dos tópicos de nosso plano pastoral convida a comunidade cristã a viver e testemunhar o amor que nos une a Cristo e a Igreja. Mas como podemos agir e ser testemunhas diante de nossa sociedade pluralista?
Diác. Cristiano - A todo desafio que a sociedade pluralista nos lança há uma receita que é infalível: viver autenticamente os valores do Evangelho, assumindo o batismo, pelo qual nos tornamos filhos de Deus. Confesso que a missão não é fácil, pois ter os mesmos sentimentos de Cristo é tarefa que requer de nós uma opção radical. Mas quem disse que ser cristão é fácil? Jesus nos alerta: “Quer me seguir renuncie a si mesmo tome sua cruz e me siga” (Mt 16, 24).

FD – Está prestes a se ordenar sacerdote na Igreja de Cristo, como é viver essa nova fase da vida?
Diác. Cristiano – Tenho uma certeza: esta nova fase é resultado de um longo caminho que foi percorrido não somente por mim. Foram muitas as pessoas que se desdobraram para oferecer ao Seminário a preciosa contribuição para a formação dos futuros padres. Muitos joelhos que vão ao chão, muitos Pai-Nossos e Ave-Marias rezados para formar um padre.
Este momento é pleno de alegria e gratidão. Uma alegria consciente; que não me deixa esquecer que tudo isto que vivencio tem um nome “Graça de Deus” pois, como nos diz o Apóstolo “Pela Graça de Cristo sou o que sou”(1 Cor 15, 10).

FD – Quais os desafios de ser Padre nos dias de hoje?
Diác. Cristiano – Padre é homem de verdades eternas! O grande desafio que a sociedade moderna coloca aos padres de hoje é a capacidade de falar estas verdades de forma nova, com uma linguagem que alcance a todos. Fazer chegar aos corações dos homens nos seus diversos anseios o Evangelho de Cristo.
O Padre é homem de Cristo! A sociedade moderna, sem a capacidade de permanecer diante de um desafio por muito tempo, lança aos homens a idéia do descartável. Isto alcança até mesmo o ser humano que se torna perecível. Ao contrário disto, o homem de Deus, o Padre deve anunciar o valor e a dignidade do homem, pois Cristo, o Perfeito Homem, deu a conhecer a vontade do Pai acerca da humanidade.
O Padre é homem para os homens! Se a sociedade prega o fechamento, o individualismo e a busca de realização sem importar-se com o outro, o Padre anuncia que o maior bem possível ao homem, ou seja, sua salvação, é fruto de uma vivência de comunhão na comunidade. Ressaltando a grandeza de Deus que é Comunidade, família.
Estes são alguns dos desafios do Padre, mas não somente dele. O desafio se lança a cada dia a todos os batizados: ser no mundo sinal da presença salvadora de Deus.  Manifestando a ternura de Deus que por amor se fez homem para que o homem chegue até Ele.

“EM TUAS MÃOS
SENHOR.” – Salmo 30, 6


Fonte: http://diocesedeguarulhos.org.br/site/index.php/ordenacao-presbiteral-dia-06-de-fevereiro-as-1500h

É preciso correr riscos

on segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011



A frase nos remete a duas realidades principais: a aventura e o medo.

É incrível pensar que somos todos iguais mesmo com as sutis diferenças. É quase impossível acreditar que todos têm o mesmo jeito de pensar quando somos tão contraditórios.

A diferença não está no que você ver e sim no que você é capaz de fazer para transformar o ambiente.

Às vezes parecemos tão pequenos diante dos obstáculos, mas não entendemos que temos que ser grandes. A palavra chave é aventura, é reflexão, é não ter medo de viver, de se expor de correr riscos.

Nascemos com vários propósitos e acredite não foi para parecermos meros fantoches, meros bonecos. Nascemos para ser feliz, para encantar, brilhar, sonhar e abrilhantar os gloriosos mistérios entre o mundo da imaginação, dos sonhos, do misticismo, da realidade, do conhecimento e da fé.

Parece até loucura, mas isso tudo não tem explicação é apenas uma infinita fonte de motivação para viver sempre como se o amanhã não existisse.

Enfim todos têm uma missão que devemos recebê-la em alguma fase de nossa vida, no entanto conhecemos muitas pessoas todos os dias, algumas são apenas conhecidos que contribuem para nosso aprendizado, outros se tornam mais que conhecidos e a esses damos o nome de amigos esses nos fortalecem, pois são especiais e nos ajudam não só a aprender mais a compreender a vida e, a saber, que devemos sair da platéia e virar autores de nossa própria vida, porque ser feliz é descobrir que temos escolhas e que precisamos correr riscos.

Autora: Elayne Bernardino de Sousa

Anjos das Ruas - Rosas de Saron e part. Aura (beatrix)

on sábado, 5 de fevereiro de 2011



Anjos das Ruas  
Composição: Eduardo Faro


Andando pelas ruas
Eu vejo algo mais do que arranha-céus
É a fome e a miséria
Dos verdadeiros filhos de Deus
Vejo almas presas chorando em meio a dor
Dor de espírito clamando por amor

Anjos das ruas
Anjos que não podem voar
Pra fugir do abandono
E um futuro poder encontrar
Anjos das ruas
Anjos que não podem sonhar
Pois a calçada é um berço
Onde não sabem se vão acordar

Às vezes se esquecem que são seres humanos
Com um coração sedento pra amar

Vendendo seus corpos por poucos trocados
Sem medo da morte o relento é seu lar
Choros, rangidos, almas pra salvar

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