Ação Cidadania e Gestão Ambiental: Outubro 2011

A Cidade, o lixo e seu destino

on quinta-feira, 27 de outubro de 2011

A limpeza urbana é, nas grandes cidades, um próspero e disputado negócio de contratos milionários. A crise em Brasília nos alerta que estes negócios, muitas vezes, acobertam superfaturamentos e a chamada ''máfia do lixo''. Por esta razão, é necessário que a cidadania tudo acompanhe e esteja alerta. No entanto, a licitação realizada pela Comlurb no Rio de Janeiro para instalar um aterro sanitário, há dois anos, levou a polêmica a limites extremos, desencadeando uma guerra entre as empresas concorrentes, resistências estaduais e federais, conflitos com a prefeitura de Duque de Caxias e os catadores de lixo, além de protestos dos vereadores da Zona Oeste e insatisfações das ONGs ambientalistas. A Comissão de Meio Ambiente da Câmara de Vereadores resolveu convocar as partes envolvidas para avaliar melhor os conflitos explícitos ou submersos que não conseguiram se manifestar nas três audiências públicas interrompidas. No encontro da Câmara, com a presença do Ministério Público e do Tribunal de Contas do Município, os obstáculos técnicos do licenciamento ambiental do aterro foram considerados superados pela Feema e pela Serla e o governo estadual, segundo parecer da Procuradoria do Estado, transferiu a querela para o plano político, deslocando a decisão final do prefeito para a Câmara de Vereadores, da qual dependem mudanças no zoneamento da área. No plano jurídico formal, o edital e a licitação pública foram aprovados e arquivados pelo Tribunal de Contas do Município, enquanto a batalha da empresa vencedora se prolonga no Judiciário, contra a concorrente e junto ao Ibama e ao DAC, ambos federais. O ponto mais polêmico tem sido a escolha do bairro de Paciência, na Zona Oeste, para depositar o lixo, provocando o embargo de seus representantes políticos na Câmara, que interpretam a decisão como lesiva à região mais abandonada e mais pobre da cidade. Prevalecem ainda o desconhecimento técnico de como funciona um aterro sanitário moderno e propostas fantasiosas com incineradores especiais ou fracassadas usinas. A indústria da reciclagem é uma solução necessária, prejudicada em função do custo reduzido do nosso lixo. O local escolhido pelas empresas concorrentes foi sempre o mesmo: Paciência, por ter a mais baixa densidade demográfica e terrenos livres e mais baratos. No entanto, persiste a proposta de descentralizar os aterros. A ONG Eco Marapendi sugeriu um aterro também na Barra mas outros argumentam que a dispersão dificultará a exploração energética do empreendimento. O tema social mobilizador foi a dívida social com os 3000 catadores de lixo de Gramacho, que poderiam ser parceiros na reciclagem, como hábeis e eficientes empreendedores sociais. O direito ambiental internacional oferece dois bons caminhos para simplificar o imbróglio do lixo: aplicar o princípio da ''melhor tecnologia disponível'', a preços condizentes como é o aterro sanitário, apropriado para nosso tipo de lixo, e que não pode ser confundido com o terrível lixão que ainda sobrevive nos municípios vizinhos. Outro princípio é o do poluidor-pagador, que permitiria criar um fundo de compensação para Paciência e a Zona Oeste, com 10% da taxa de lixo, capaz de gerar uma receita de 16 milhões de reais por ano. Dezoito comunidades de Paciência estão de acordo em receber o aterro junto com o Parque Municipal de Paciência, o saneamento básico e outros benefícios sociais, financiados por este fundo que poderia incluir a reintegração dos catadores de Gramacho como pagamento de nossa dívida social. A cidade que abrigou a Conferência de 92 não pode esperar mais um século para inovar sua gestão. Neste contexto, a Câmara de Vereadores, em estreito contato com a as lideranças civis, pode assumir maior protagonismo. Nem a adesão automática nem o protesto paralisante e sem rumo. Será que nosso destino é viver sempre brigando, até pelo lixo?

Fonte: Artigo escrito por Aspásia Camargo



Floresta Faz a Diferença

on sábado, 22 de outubro de 2011



Manifesto em Defesa das Florestas e do Desenvolvimento Sustentável

 

Por que tanta polêmica em torno da manutenção do que resta das nossas florestas? Será possível que ambientalistas, cientistas, religiosos, empresários, representantes de comunidades, movimentos sociais e tantos cidadãos e cidadãs manifestem sua indignação diante do texto do Código Florestal, aprovado pela Câmara dos Deputados, apenas por um suposto radicalismo ou desejo de conflito sem cabimento? Será justo afirmar que os defensores das florestas não levam em conta as pessoas e suas necessidades de produzir e consumir alimentos? Do que se trata, afinal? O que importa para todos os brasileiros?

Importa, em primeiro lugar, esclarecer a grande confusão sob a qual se criam tantas desinformações: não está se fazendo a defesa pura e simples das florestas. Elas são parte dos sonhos de um país com mais saúde, menos injustiça, no qual a qualidade de vida de todos seja um critério levado em conta. Um Brasil no qual os mais pobres não sejam relegados a lugares destruídos, perigosos e insalubres. No qual a natureza seja respeitada para que continue sendo a nossa principal fonte de vida e não a mensageira de nossas doenças e de catástrofes.

A Constituição Brasileira afirma com enorme clareza esses ideais, no seu artigo 225, quando estabelece que o meio ambiente saudável e equilibrado é um direito da coletividade e todos – Poder Público e sociedade – têm o dever de defendê-lo para seu próprio usufruto e para as futuras gerações Esse é o princípio fundamental sob ataque agora no Congresso Nacional, com a aprovação do projeto de lei que altera o Código Florestal. 23 anos após a vigência de nossa Constituição quer-se abrir mão de suas conquistas e provocar enorme retrocesso.

Há décadas se fala que o destino do Brasil é ser potência mundial. E muitos ainda não perceberam que o grande trunfo do Brasil para chegar a ser potência é a sua condição ambiental diferenciada, nesses tempos em que o aquecimento global leva a previsões sombrias e em que o acesso à água transforma-se numa necessidade mais estratégica do que a posse de petróleo.

Água depende de florestas. Temos o direito de destruí-las ainda mais? A qualidade do solo, para produzir alimentos, depende das florestas. Elas também são fundamentais para o equilíbrio climático, objetivo de todas as nações do planeta. Sua retirada irresponsável está ainda no centro das causas de desastres ocorridos em áreas de risco, que tantas mortes têm causado, no Brasil e no mundo.

Tudo o que aqui foi dito pode ser resumido numa frase: vamos usar, sim, nossos recursos naturais, mas de maneira sustentável. Ou seja, com o conhecimento, os cuidados e as técnicas que evitam sua destruição pura e simples. É mais do que hora de o País atualizar sua visão de desenvolvimento para incorporar essa atitude e essa visão sustentável em todas as suas dimensões.

Tal como a Constituição reconhece a manutenção das florestas como parte do projeto nacional de desenvolvimento, cabe ao poder público e nós, cidadãos brasileiros, garantir que isso aconteça. Devemos aproveitar a discussão do Código Florestal para avançar na construção do desenvolvimento sustentável. Para isso, é de extrema importância que o Senado e o governo federal ouçam a sociedade brasileira e jamais esqueçam que seus mandatos contêm, na origem, compromisso democrático inalienável de respeitar e dialogar com a sociedade para construir nossos caminhos.

O Comitê Brasil em Defesa das Florestas e do Desenvolvimento Sustentável, criado pelas instituições abaixo assinadas, convoca a sociedade brasileira a se unir a esse desafio, contribuindo para a promoção do debate e a apresentação de propostas, de modo que o Senado tenha a seu alcance elementos para aprovar uma lei à altura do Brasil.

Assine você também o abaixo assinado pelo site http://www.florestafazadiferenca.org.br e faça parte dessa manifestação em defesa da vida, em defesa das florestas...

#florestafazadiferença

Como frear o Aquecimento Global?

Plante Árvores: Somente as plantas podem absorver o CO2 do ambiente e produzir oxigênio.

Tanto tem se falado em torno de soluções possíveis para os efeitos do aquecimento global. Seja no nível macro, envolvendo instâncias governamentais e setores de produção; seja no nível micro, compreendendo vizinhanças, bairros e cidades. Mas o que é possível fazermos, de fato, para colaborar?

Segundo o Instituto Akatu, as escolhas de consumo que fazemos, sendo conscientes de seu impacto e voltadas à sustentabilidade, constituem um importante passo para mudar esse quadro. O consumidor consciente, além de estar comprometido em consumir produtos vindos de empresas responsáveis do ponto de vista socioambiental, é aquele que busca disseminar suas práticas no dia-a-dia.

Listamos abaixo algumas coisas bem simples que você deve fazer para frear o processo de aquecimento global.
  • Caminhe ou vá de bicicleta quando puder. Carros são mais responsáveis por danos a atmosfera do que as indústrias;
  • Recicle - o lixo que não é reciclado acaba em um aterro , gerando metano e CO2; além disso, produtos reciclados requerem menos energia para ser produzidos do que produtos feitos do zero;
  • Plante árvores e outras plantas onde puder - as plantas tiram o CO 2 do ar e liberam oxigênio;
  • Jamais queime lixo - A queima lança CO2 e hidrocarbonetos para a atmosfera.
  • Certifique-se de que seu carro está com o motor regulado - isto permitirá que ele funcione com maior eficiência e produza menos gases nocivos;
  • Troque suas lâmpadas incandescentes por fluorescentes. Lâmpadas fluorescentes gastam 60% menos energia que uma incandescente. Assim, você economizará 136kg de gás carbônico anualmente.
  • Limpe ou troque os filtros o seu ar condicionado Um ar condicionado sujo representa 158 quilos de gás carbônico a mais na atmosfera por ano.
  • Prefira eletrodomésticos de baixo consumo energético. Procure por aparelhos com o selo do Procel ou Energy Star (em importados).
  • Não compre o que não for necessário. Prefira produtos ambientalmente corretos;
  • Não deixe seus aparelhos em standby. Simplesmente desligue ou tire da tomada quando não estiver usando um eletrodoméstico. Em standby de um aparelho usa de 15% a 40% da energia consumida quando ele está em uso.
  • Descongele geladeiras e freezers antigos… se é que você ainda tem um! Considere trocar de aparelho. Os novos modelos consomem até metade da energia dos modelos mais antigos.
  • Troque seu monitor antigo por um de LCD. Além de ficarem mais bonitos e ocuparem menos espaço em sua casa, são muito mais econômicos.
  • Divulgue a idéia . Lembre-se também de sugerir para seus amigos a adoção destas práticas.
Pensar globalmente. Agir localmente

Outras medidas importantes:

- Não deixe uma torneira pingando e nem escove os dentes com a torneira aberta;
- Fique atento (a) ao tempo dedicado aos banhos;
- Na hora de varrer o quintal ou a calçada, use a vassoure e não a mangueira;
- Dê preferência aos alimentos da estação e, se possível, orgânicos;
- Tente aproveitar as sobras. Com os talos do agrião, por exemplo, se faz um ótimo refogado;
- Quando for às compras, leve sacolas plásticas ou bolsa que disponha em sua casa;
- Atenção à quantidade de luzes acesas em casa;
- Jogue pilhas e baterias nos postos de coleta;
- Use somente pilhas recarregáveis;
- Desligue monitor quando não utilizar seu computador por mais de 15 minutos;
- Desligue seu computador quando não estiver em uso;
- Imprima somente o necessário 

Fonte: http://mundoquente.com.br/evitando_o_aquecimento.html

Feliz Dia dos Professores!

on sábado, 15 de outubro de 2011

Verdades da Profissão de Professor

Ninguém nega o valor da educação e que um bom professor é imprescindível. Mas, ainda que desejem bons professores para seus filhos, poucos pais desejam que seus filhos sejam professores. Isso nos mostra o reconhecimento que o trabalho de educar é duro, difícil e necessário, mas que permitimos que esses profissionais continuem sendo desvalorizados. Apesar de mal remunerados, com baixo prestígio social e responsabilizados pelo fracasso da educação, grande parte resiste e continua apaixonada pelo seu trabalho.

A data é um convite para que todos, pais, alunos, sociedade, repensemos nossos papéis e nossas atitudes, pois com elas demonstramos o compromisso com a educação que queremos. Aos professores, fica o convite para que não descuidem de sua missão de educar, nem desanimem diante dos desafios, nem deixem de educar as pessoas para serem “águias” e não apenas “galinhas”. Pois, se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela, tampouco, a sociedade muda.

Autor: Paulo Freire

Enquetes Diario Acga: Participe...

on domingo, 9 de outubro de 2011

O Diário Acga é um site interativo que tem como objetivo refletir sobre a diversidade de temas, nossa prioridade é o meio ambiente, mas nosso foco principal é você, então como próprio nome do site sugere Diário Acga significa Ação Cidadania e Gestão Ambiental; Ação porque além de refletir, também podemos fazer, podemos participar, podemos mostrar que temos força; Cidadania porque como cidadãos temos o direito e o dever de conhecer nossa obrigações, é participar das decisões da sociedade para melhorar suas vidas e de outras pessoas. A cidadania consiste em ações como não jogar papel na rua, respeitar os mais velhos ( assim como todas as outras pessoas), saber dizer obrigado, por favor, desculpe, bom dia, boa tarde e boa noite; E Gestão Ambiental diferente do que todo mundo pensa não se trata apenas de plantas ou meio ambiente, a final devemos nos lembrar que tudo está conectado, sendo assim a Gestão Ambiental surgiu da necessidade do ser humano organizar melhor suas diversas formas de se relacionar com o meio ambiente (MORALES, 2006). Segundo a Enciclopédia Britânica: “gestão ambiental é o controle apropriado do meio ambiente físico, para propiciar o seu uso com o mínimo de abuso, de modo a manter as comunidades biológicas, para o benefício continuado do ser humano.” Ou ainda, a Gestão Ambiental consiste na administração do uso dos recursos ambientais, por meio de ações ou medidas econômicas, investimentos e potenciais institucionais e jurídicos , com a finalidade de manter ou recuperar a qualidade de recursos e desenvolvimento social (CAMPOS, 2002). Portanto em Gestão Ambiental o social, o econômico e o meio ambiente estão interligados.

 Mas toda essa teoria atribuida no inicio do nosso texto é apenas para lhe informar que estão abertas duas enquetes que servirão apenas para conhecer o perfil dos nossos internautas, então você que acessa o blog dê sua opinião através dessas enquetes, porque somente assim teremos a capacidade de entender os nossos leitores e o seu perfil a final somos uma grande familia e razão da existência do mesmo é você.

Participe e se possivel mande sugestões e opiniões através do nosso contato.


Atenciosamente,
Elayne Bernardino de Sousa e Equipe Diário Acga...


Concursos: Não perca tempo! Inscrições abertas

Atualmente vivemos em um mundo capitalista, onde várias oportunidades de empregos surgem cada vez mais rápidamente.

Emprego temporários ou concurso efetivos estão cada vez mais sendo procurados, a final todos nós estamos em busca de estabilidade finânceira, então não perca essa oportunidade.

A cidade de Triunfo no estado do Pernambuco e Princesa Isabel, Santa Luzia e Pombal na Paraiba são exemplos de oportunidades que você não pode perder.

As inscrições estão abertas pelo site da Metta Concursos, acesse o link, estude e consigua sua estabilidade finânceira. http://www.mettaconcursos.com.br/

Escolhas da Felicidade...

on quarta-feira, 5 de outubro de 2011


Tudo que na vida mais almejamos é ser feliz. Mas para que isso aconteça somos instigados por uma busca constante, desde o nosso nascimento, nossos sentidos desde o ventre de nossa mãe.

Por nossas escolhas somos rotulados de loucos, mas o que importa se estamos felizes. Pois é, mais para encontrar a felicidade percorremos vários caminhos, Por esses diariamente somos provocados, são nossos sonhos, desejos, sentimentos e emoções.

Agora pergunto a você o que seria de nós se nossos pais decidissem pelo aborto? Provavelmente não existiríamos, provavelmente não teríamos uma história.

O que aconteceria se no mundo só existisse respostas? Provavelmente não haveria perguntas, não haveria motivação, não haveria busca ou se podemos ser mais profundos não haveria conhecimento, não haveria a inquietação, o desejo de ser mais, de não me acomodar, pois é ele que me faz ser o que sou para você e para mim.

O que aconteceria se não existisse o amor? Inegavelmente o mundo seria triste, vazio, sem cor, sem vida, pois sem o elixir da vida nós seres humanos não sobreviveríamos afinal somos feitos de amor, por amor e para o amor.

Por tudo isso pare para pensar e responda: Quantos erros você cometeu até chegar aqui? Quantas pessoas você conheceu? E quais delas realmente fizeram parte de seu intimo? Você brigou, chorou, sorriu, mentiu, insistiu? Você ajudou alguém sem esperar nada em troca? Quantos planos você fez? De quantos sonhos desistiu? Quantos amigos você fez? Quantos amores viveu? Quantas vezes você se entregou ou foi levado ao acaso?

Acredite! A vida nos remete a várias escolhas, que podem ser resumidas em dois caminhos “o caminho do coração e o caminho da razão”. O que não pode ser esquecido é que tudo o que fazemos tem – se conseqüências e que nós a cada tempo que passa será fruto das mesmas, ou para nos tornarmos melhores ou piores aos olhos dos outros, afinal como dizia o filósofo espanhol Ortega y Gasset “Eu sou eu e minhas circunstâncias”.

Não se esqueça também: que seja qual for o caminho que você tome, ou as escolhas que você faça, o que realmente importa é que você seja feliz.

Autora: Elayne Bernardino de Sousa

Programação do 3° Multirão Ecológico de Tabira PE



PROGRAMAÇÃO
05/11 (Sábado)
07:00 – Saída do Recife
11:00 – Almoço em Pesqueira
15:00 – Previsão de chegada em Tabira
16:00 – Apresentação dos Grupos
16:30 – Mesa Redonda: Valorizando as Riquezas do Semiárido
18:00 – Jantar
20:00 – Lazer
06/11 (Domingo)
06:30 – Café da manhã
07:30 – Mística
08:00 – Oficina de produção de mudas
09:45 – Lanche
10:00 – Retorno
11:00 – Plantação e distribuição de mudas
11:40 – Avaliação
12:00 – Almoço
13:00 – Retorno ao Recife
19:00 – Previsão de chegada em Recife

COMO PARTICIPAR:

Jovens de Recife:

Serão disponibilizadas apenas 18 vagas para os jovens que sairão do Recife (Associados, Voluntários e Simpatizantes do CUIDA). Os interessado devem entrar em contato com o CUIDA pelo email: projetocuida@gmail.com. Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. As inscrições custarão R$ 55,00 (Cinquenta e cinco reais), valor destinado exclusivamente ao fretamento da VAN.
O trajeto Recife-Tabira será feito em uma VAN de 19 lugares, com ar-condiconado, DVD e reboque.
O almoço no sábado em Pesqueira será de responsabilidade do CUIDA.
A alimentação e hospedagem em Tabira será disponibilizada pela Secretaria de Meio Ambiente e Juventude de Tabira.
Cada participante deve levar: roupa de cama e banho, colchão, travesseiro (se utilizar) e material de higiene pessoal.
As inscrições estarão disponíveis até o dia 10/10 ou até o preenchimento total das vagas. O primeiro pagamento deverá ser efetuado até o dia 21/10 e o segundo apenas no dia da viagem. Mais informações serão repassadas por email aos inscritos.

Jovens de Tabira

A participação para os jovens de Tabira é gratuita e sem limite de vagas, os interessados devem procurar a Secretaria de Meio Ambiente e Juventude para maiores informações.

Fonte: http://www.projetocuida.com/

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