Ação Cidadania e Gestão Ambiental: 2012

Vendas de Bebidas Alcoolicas proibida nas cidades de Tavares, Jurú e Princesa Isabel na paraíba

on quinta-feira, 30 de agosto de 2012


Nova portaria da 34ª Zona proíbe a venda de bebidas alcoólicas nos finais de semana em Princesa Isabel, Tavares e Jurú


O Juiz Eleitoral Rúsio Lima de Melo, da 34ª Zona em Princesa Isabel, determinou através de portaria, a proibição de vendas de bebidas alcoólicas nas cidades de Jurú, Tavades e Princesa Isabel, nas sextas-feiras, sábados e domingos, a partir das 08h às 24h do dia 31 de agosto a 07 de outubro de 2012. A portaria de nº 010/2012 indica que os infratores podem ser detidos de três meses a um ano, além do pagamento de 10 a 20 dias-multa, por infração ao artigo 374 do Código Eleitoral.


A decisão veio, segundo informações de Dr Rúsio, após várias denúncias aportadas na Justiça Eleitoral, onde foram noticiadas a ocorrência de diversas provocações, manobras perigosas em motocicletas, uso abusivo de instrumentos sonoros, além de diversas infrações de trânsito ocorridas nos últimos dias, envolvendo participantes em carreatas e passeatas nas cidades de Princesa Isabel, Tavares e Juru.

Fonte: Portal Tavares com Informações Blog da Sabrina Barbosa

Ação Jovem: Missa de Apresentação do EJC - Tavares/PB

on sábado, 18 de agosto de 2012


Acontecerá hoje dia 18 de Agosto a missa de apresentação do EJC (Encontro de Jovens com Cristo) !!!


O EJC da cidade de Tavares na Paraíba, às 19:30  terá sua primeira missão oficial hoje na missa de apresentação que acontecerá na matriz de São Miguel da referida cidade, depois disso o grupo partirá para os trabalhos mais concretos.


O objetivo do grupo é o de mostrar que podemos ser jovens de Cristo sem precisar se excluir do mundo e que a verdadeira felicidade está em Deus...


Então para essa solenidade faço minhas as palavras do Papa João Paulo II:


“Precisamos de Santos sem véu ou batina.
Precisamos de Santos de calças jeans e tênis.
Precisamos de Santos que vão cinema, ouvem música e passeiam com os amigos.
Precisamos de Santos que coloquem Deus em primeiro lugar, mas que se “lascam” na faculdade.
Precisamos de Santos que tenham tempo todo dia para rezar e que saibam namorar na pureza e castidade,ou que consagrem sua castidade.
Precisamos de Santos modernos, Santos do século XXI com uma espiritualidade inserida em nosso tempo.
Precisamos de Santos comprometidos com os pobres e as necessárias mudanças sociais.
Precisamos de Santos que vivam no mundo, se santifiquem no mundo, que não tenham medo de viver no mundo.
Precisamos de Santos que bebam Coca-Cola e comam hot dog, que usem jeans, que sejam internautas, que escutem discman.
Precisamos de Santos que amem a Eucaristia e que não tenham vergonha de tomar um refri ou comer pizza no fim-de-semana com os amigos.
Precisamos de Santos que gostem de cinema, de teatro, de música, de dança, de esporte.
Precisamos de Santos sociáveis, abertos, normais, amigos, alegres, companheiros.
Precisamos de Santos que estejam no mundo; e saibam saborear as coisas puras e boas do mundo mas que não sejam mundanos”
Que a noite de hoje para esses jovens seja de benções e unção, estaremos esperando vocês lá***

G.P.C DE CARNAIBA PROMOVERÁ O 5º ENCONTRO DE JOVENS

on terça-feira, 10 de julho de 2012




Acontecerá no domingo dia 15/07, V encontro de jovens perseverantes em Carnaiba com um dia de louvor. Uma realização   do Grupo de Perseverança em Cristo de Carnaiba com a presença de grupos católicos do sertão do Pajeú. Participarão do evento os pregadores : Hugo e Gilda da comunidade Viva Chama da cidade de Petrolina-PE, Lisboa Gomes da Fraternidade São Miguel Arcanjo de Carnaiba e padre  Bráulio da Diocese de Palmares, O encontro será no espaço do Ginásio de Esportes após celebração da Santa Missa às 07:30 na igreja Matriz de São João Maria Vianney e Santo Antônio.

Encontro de bandas marciais acontecerá em Tavares/pb, neste mês de julho

on quarta-feira, 4 de julho de 2012


Girassol - Coleção verde que te quero verde

on domingo, 17 de junho de 2012

xote ecológico - luiz gonzaga - vander

CONSUMO CONSCIENTE: pequenas atitudes, grandes realizações!

Nossa Cultura, Nossa Gente...

on domingo, 13 de maio de 2012



Tavares anos 70.


Tavares anos 20.







Essas fotos mostram o processo evolutivo da cidade de Tavares na Paraíba, uma relíquia  alternada com o processo de desenvolvimento. Além de mostrar a nova geração como tudo começou, o maior objetivo é comparar afinal fizemos parte de um processo de coronelismo e junto com o mesmo fomos cenário e até esconderijo para Revolução de Princesa Isabel.

As marcas do tempo ainda persiste não apenas em nossa sociedade mais em toda a região, tanto nós que fazemos parte da Paraíba como também algumas cidades do Pernambuco como Triunfo.

Esse é um presente e também uma forma de relembrar nossa história e termos orgulho da mesma, " Nossa cultura, Nossa gente", mais um espaço  do Diário ACGA para você.

Homenagem as Mães: Vida Maria ( Márcio Ramos)


Fonte: http://youtu.be/MpZRaCMSvQA

O que mais você na sua MÃE? Quantas Marias você conhece? 

O Brasil é cheio de mulheres assim que se privaram para fazer quem estava ao seu redor feliz, lógico que o contexto cultural do filme de Márcio Ramos, está cheio de simbologia e magia.

É incrível não relembrar que muitas de nossas mães, avós, tias, entre outras mulheres coragem, participaram desse contexto. Ao analisar o filme é fantástico você observar o encantamento que Maria tem ao estar desenhando letras e o contraste de no final a tristeza, os olhos sem expectativa, a mulher que sabe que a vida dela é a família e mesmo privada de ter sonhos e de construir outro desejo de vida ela é feliz.

Quero aqui nesse dia tão especial agradecer a  dedicação, o carinho, os abraços, as noites mal dormidas, as broncas, as preocupações.

Quero dizer que AMOOOOO muito a todas aquelas que o destino me deu como mães, minha mãe de sangue, minha avó, minhas mães adotivas ( pessoas que me acolheram como filha em suas casas, mesmo tendo seus filhos).

Mães de coração, mães de emoção, mães justas, mães sinceras, mães amáveis, mães consideráveis.

Amo a todos vocês. Agora só tenho um pedido, não deixe a morte chegar e levar elas para poder agradecer toda a força e dedicação, aproveite cada dia, cada instante ao lado delas. Não deixe as lágrimas falarem mais alto e sim o sorriso constante, afinal " Só se tem Saudade do que é bom" como Nelsinho Correia ( Canção Nova)  repete várias vezes em sua música.

Um super beijo e Feliz dia das MÃES....


4ª Romaria do Divino Pai Eterno em Tavares- PB

on domingo, 22 de abril de 2012



A comunidade do sitio Barros localizado na cidade de Tavares no estado da Paraíba está convidando todos que puderem participar da 4ª Romaria do Divino Pai Eterno. Esse evento Religioso vem atraindo muitas pessoas todos os anos. Estaremos esperando por você, para juntos fazermos uma experiência de fé e amor.

O AMOR Vencerá...

on quinta-feira, 19 de abril de 2012


Rita Mendonça "O educador ambiental ensina por suas atitudes"

on quarta-feira, 18 de abril de 2012

Rita Mendonça. Foto: Ricardo Benichio

Para resolver os problemas ambientais, é necessário mais do que separar o lixo para reciclagem ou fechar a torneira enquanto se escova os dentes. Refletir sobre o nosso comportamento e as relações que temos com a natureza e com as pessoas também é parte fundamental desse processo na opinião de Rita Mendonça. Bióloga e socióloga, ela é co-fundadora do Instituto Romã, entidade sediada em São Paulo que representa no Brasil a Sharing Nature Foundation - organização não-governamental americana dedicada à educação ao ar livre. Rita abrasileirou a metodologia de ensino da Sharing, baseada em dinâmicas e jogos seqüenciais. O objetivo é levar os participantes a concentrar a atenção, a aguçar a percepção e a ter um contato mais profundo com a natureza, já que a experiência é essencial para a mudança de comportamento em relação ao mundo. Educadores estão sendo formados pelo Instituto Romã para trabalhar com essa perspectiva em um programa que une teoria e muita prática, em viagens a campo. "O professor já sabe muita coisa sobre o tema, mas precisa experimentar o que ensina", diz Rita. Nesta entrevista concedida a NOVA ESCOLA, ela explica esse novo conceito de educação ambiental. 


Como nasceu a educação ambiental?

Durante a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente realizada em Estocolmo, na Suécia, em 1972, a sociedade tomou conhecimento dos problemas ambientais e os governos definiram que a saída para mudar o mundo seria a educação. Foi necessário criar o termo educação ambiental porque nos afastamos da natureza. Os processos educativos ficaram racionais e a escola descuidou dos sentimentos, das sensações e das relações em sala de aula, esquecendo o ar, a água, o corpo, o bairro, a cidade, o planeta. Ora, se a educação ambiental pretende resolver os problemas ambientais pela formação das pessoas, é preciso usar ferramentas transformadoras. Uma delas é o aprendizado seqüencial. 



O que é o aprendizado seqüencial em educação ambiental?

É uma pedagogia que desenvolve a percepção de alunos e professores. A proposta consiste em uma seqüência de atividades, em quatro fases, que deve ser aplicada em espaços naturais - na praça, no parque, na praia, na montanha, no mangue e até mesmo no jardim da escola. 



Como se dá, na prática, esse aprendizado?

A primeira fase, Despertar Entusiasmo, é formada por jogos que servem para criar interação e harmonia no grupo. Uma das dinâmicas é realizada em uma área com diferentes espécies de árvore. O professor escolhe uma que tenha uma aparência atraente - um salgueiro ou um pinheiro, por exemplo - e imita a forma dela com seu corpo. Observando o professor, as crianças tentam reconhecer qual é a árvore escolhida. A segunda, Concentrar a Atenção, é o foco da metodologia: visa promover a concentração da turma e acalmar a mente. Os exercícios despertam o interesse em ouvir os sons da natureza e perceber diferentes temperaturas e cheiros. A terceira, Experiência Direta, desenvolve a percepção das diferenças entre os elementos da natureza. Em uma das brincadeiras, os alunos, de olhos vendados, sentem uma árvore pela textura, pela forma e pelo cheiro. Depois, de olhos abertos, eles têm que reconhecer, na mata, qual é aquela árvore. Essa interação aguça a intuição e a percepção. Na última fase, Compartilhar, os estudantes dividem suas impressões sobre o que fizeram durante essas aulas contando histórias, fazendo desenhos, poesias coletivas e individuais e haicais. 



Como é o trabalho do educador no aprendizado seqüencial?

Ao explorar a natureza com as crianças, ele aplica cinco regras da educação ao ar livre. A primeira é ensinar menos e compartilhar mais. Isso torna qualquer visita mais agradável, porque a criança se cansa de ficar apenas ouvindo. A segunda é ser receptivo, perceber o que os alunos estão pedindo e humanizar as relações. A terceira é se concentrar, porque não dá para fazer nada se a turma não estiver atenta. A quarta regra é experimentar primeiro e falar depois. Nem tudo precisa ser explicado. É importante dar ao professor e às crianças tempo para encantar-se com detalhes que ainda ninguém viu e compartilhar o que todos estão sentindo. Por fim, criar um ambiente leve, alegre e receptivo, onde todos se sintam bem. O trabalho visa fazer alunos e professores perceberem o que estão sentindo, pois o sentimento influencia a maneira de compreender e pensar. É mais fácil discordar de uma idéia se você está irritado. Quando está feliz, tende a ser mais receptivo. 



Professores de todas as disciplinas podem ser educadores ambientais?

Sim. O professor de Ciências tem muita informação sobre a natureza e acaba fazendo um trabalho mais explicativo. Mas o fundamental para qualquer professor é educar principalmente pelo que ele é, por suas atitudes, e não apenas pelo conhecimento que tem da matéria. As crianças aprendem muito pela imitação. O bom professor diz aquilo em que de fato acredita. Ele refletiu sobre o conteúdo que leciona e fala do assunto com convicção, fazendo uma confissão por meio da Física, da Matemática, da Língua Portuguesa. 



O professor está preparado para ser um educador ambiental?

Especialmente preparado, porque é um educador. Mas, se ele quer se engajar na questão ambiental, deve começar pensando na sua vida, no seu comportamento e na sua relação com o próprio corpo e com a natureza. O contato mais direto que temos com ela é pela alimentação. Então, ele deve analisar a relação entre o que come, o ambiente e o modo como monta seu cardápio, por exemplo. Uma maneira de fazer isso é pensar sobre o ciclo que aquele alimento percorreu, desde sua origem até chegar à mesa. É importante também refletir sobre o que consome e como se relaciona com o mundo à sua volta. O professor pode ainda perceber como se sente na frente de uma vitrine. Tem vontade de comprar? Fica frustrado se não pode? Analisa por que necessita daquilo? Esse exercício dá uma grande bagagem, equivalente à que ele acumularia em vários cursos. É só aprender a usá-la. 



Qual o benefício de a escola proporcionar uma vivência na natureza?

Em contato com a natureza percebemos que temos uma existência em comum. Quanto mais unificamos as relações entre nós e o ambiente, mais harmônica é nossa vida. Na nossa proposta pedagógica, o professor não ensina o que é natureza e não a descreve, mas relaciona-se com ela e compartilha com os alunos o que para ele faz sentido nessa experiência. O encantamento dos estudantes pelo tema vem dessa troca com o professor, que motiva a turma a querer aprender. O relacionamento entre eles se torna mais intenso e sincero, as mentes se acalmam e a concentração de todos melhora. 



A questão ambiental tem caráter filosófico?

O problema ambiental é resultado de uma crise de percepção. Se queremos resolver essa crise, temos de melhorar nosso entendimento sobre o mundo. Assim, criamos um território fértil para encontrar soluções, e a escola pode ajudar nisso. Durante as aulas, promovemos momentos de diálogo - o que é muito diferente do debate -, em que os estudantes conversam, analisando o que pensam sobre aquele assunto e procurando entender o que está acontecendo em nosso planeta. Esse é um exercício de observação de nossa forma de pensar e das dificuldades de aceitar opiniões diferentes. 



Qual é a origem dos problemas ambientais?

Os biólogos chilenos Humberto Maturana e Francisco Valera e a historiadora austríaca Riane Eisler sustentam a ideia de que os problemas ambientais surgiram há 7 mil anos, com o fim das culturas "matrísticas" - o termo vem da palavra matriz e se refere à mulher - e o surgimento das culturas patriarcais. Na cultura matrística, a relação com a natureza e com as pessoas da comunidade e de outros povos era estabelecida por limites e de forma harmônica. Os povos se viam como parte do ambiente e a complexidade estava nas relações e não nas questões materiais. A cultura patriarcal surgiu na Mesopotâmia, quando o homem começou a desejar dominar o meio e outros povos. Hoje, temos o mesmo conflito: aceitar os limites impostos pela natureza sabendo que somos 6 bilhões e que vivemos em um planeta só ou atender ao desejo de ter uma vida confortável e consumir cada vez mais? 


Por que a tecnologia e a ciência não conseguiram resolver esses problemas?

Albert Einstein dizia que nós não conseguimos solucionar um problema permanecendo no mesmo nível de consciência em que ele foi criado. Veja o exemplo do lixo: começamos a criar substâncias artificiais que a natureza não reconhece. Daí, desenvolvemos tecnologias de reciclagem que imitam com muita limitação o ciclo da natureza, mas não resolvem a questão. A confiança na tecnologia faz as pessoas consumirem sem compromisso. Hoje, o volume de produção de lixo é desproporcional ao que é possível reciclar. Então, a reciclagem nunca solucionará a questão, porque a indústria vai criar novas substâncias e as pessoas vão consumir cada vez mais achando que tudo pode ser reciclado.

Há abuso no uso de ‘sustentabilidade’, diz criadora do termo

on sexta-feira, 23 de março de 2012


O conceito de desenvolvimento sustentável e sua irmã, a sustentabilidade, têm sofrido abusos, especialmente das empresas. Quem diz é a mãe das crianças, a norueguesa Gro Harlem Brundtland.
Ex-premiê da Noruega, Brundtland, 73, chefiou a comissão que em 1987 produziu o relatório “Nosso Futuro Comum”, onde o conceito de desenvolvimento sustentável foi cunhado. O relatório serviu de base para a Eco-92.
Ela diz que o desenvolvimento sustentável, aos 25 anos, ainda não foi implementado. E que, mesmo com o sequestro da noção de sustentabilidade por empresas que não têm práticas nada sustentáveis, o par não deve ser abandonado. “Mesmo que alguém inventasse outra definição, e eu ainda não vi isso, eles encontrariam um jeito de fazer mau uso dela.”Desde 2007, ela integra juntamente com Fernando Henrique Cardoso, Kofi Annan, Jimmy Carter e outros líderes mundiais o grupo dos Elders, formado por Nelson Mandela para discutir a paz e os direitos humanos.
Brundtland abre nesta quinta-feira (22) em Manaus o Fórum Mundial de Sustentabildade, evento anual que traz lideranças do setor ao Amazonas. Não chegará a se encontrar com FHC, que faz palestra no evento no dia seguinte. Em entrevista à Folha, ela falou de suas expectativas para a Rio +20.

Folha – A sra. não está de saco cheio dessa palavra “sustentabilidade”?
Gro Harlem Brundtland – Para mim a expressão é “desenvolvimento sustentável”. Esse é o conceito. Nos últimos dez anos, mais ou menos, as pessoas começaram a usar “sustentabilidade” como uma forma alternativa de dizer. Eu sempre tive muito cuidado em não usar a palavra “sustentabilidade” sozinha enquanto conceito que cobre a visão para o futuro. Nós precisamos de sustentabilidade em diversas áreas, mas também precisamos de desenvolvimento sustentável. E eu não estou de saco cheio disso, porque não aconteceu ainda.
A sra. não acha que houve muito abuso e mau uso do conceito? Ele parece ter sido sequestrado por empresas para fazer “greenwash” (dar aparência de verde).
Sim. Acho que há mais abuso quando fala de sustentabilidade. Porque essa palavra foi introduzida depois, num contexto diferente, como se entregasse aquilo que o desenvolvimento sustentável significa. Você precisa olhar cada empresa para saber se elas estão adotando a sustentabilidade ou a responsabilidade social corporativa. Palavras sempre podem ser mal usadas. Mas você não pode simplesmente dizer: “Esse conceito foi distorcido, então deixamos o conceito de lado”. Porque eu não acho que nós possamos encontrar uma maneira nova e melhor de descrever do que trataram a nossa comissão e a Rio-92. Não vale a pena reinventar a roda porque alguém a roubou ou tentou roubá-la. Ela vai ser roubada de novo. Mesmo que alguém inventasse outra definição, e eu ainda não vi isso, eles encontrariam um jeito de fazer mau uso dela.
Vinte e cinco anos depois do Relatório Brundtland e 20 anos depois da conferência do Rio, o desenvolvimento sustentável entregou o que prometeu? Por que é tão difícil achar exemplos dele na prática?
Eu acho que a totalidade do conceito, a visão dos pilares econômico, ambiental e social numa abordagem integrada de longo prazo, um padrão de desenvolvimento sustentável, não aconteceu em lugar nenhum. Mas muitas mudanças aconteceram, movimentos numa melhor direção. O Protocolo de Montréal, entre a minha comissão e a Rio-92, é um exemplo. O mundo se livrou das substâncias que afetam a camada de ozônio.
Mas críticos dizem que isso só aconteceu porque já era de interesse das empresas.
Eu já ouvi isso. Mas acho que a história não é assim tão simples. Acho que as pessoas mais progressistas na indústria entenderam que aquilo não podia continuar. Esse é um exemplo simples, de um único setor, muitos outros casos de sucesso em setores específicos aconteceram. Mas, é claro, não houve sucessos globais semelhantes, e os gases de efeito estufa são um exemplo de abordagem ampla e global que envolve todos os setores da economia. Daí a dificuldade de chegar a um resultado.
E, no entanto, o clima não será tratado na Rio +20.
Existem os trilhos da convenção [do clima das Nações Unidas]. Não queremos mais uma conferência do clima no Rio. Depois do colapso de Copenhague, houve no México passos no sentido de os países discutirem cara a cara o que é preciso fazer no futuro. E em Durban, no ano passado, as pessoas se deram conta de que não existe maneira de lidar com a questão climática se você fizer crer que isso é algo que os países da OCDE [Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico] podem resolver sozinhos. As emissões da OCDE eram 50% do total mundial, agora são menos de 30%.

A sra. é europeia, e os europeus sempre negociaram acordos internacionais com metas e prazos. Durban mudou isso, passou a focar em processos. O Rio aparentemente está nesse rumo. A sra. não acha que isso pode dar à sociedade a impressão de que só se está entregando promessas?
Isso é uma questão de realismo. Os europeus se deram conta de que os líderes mundiais não serão capazes de chegar a esse grau de detalhamento sobre metas e sobre a divisão de quem faz o quê. Mas eu não acho quer a UE vá parar de tentar colocar regras e metas na sua agenda interna. Voltando ao Rio, se nós não chegarmos a acordo sobre as metas de desenvolvimento sustentável, precisamos pelo menos concordar que elas precisam ser desenvolvidas. Talvez também algum acordo sobre as áreas que elas deverão cobrir. Que deve haver um sistema global de regras de desenvolvimento sustentável que se aplique a todos os países.

A questão do financiamento ao desenvolvimento sustentável pode impedir um acordo no Rio?
Pode ser. Mas, se você se lembrar do que aconteceu em Copenhague, mesmo sob pressão de uma crise econômica houve um compromisso significativo de finanças. Isso pode acontecer novamente no Rio. A economia agora parece melhor do que há um ano ou dois atrás.

Países emergentes como o Brasil reclamam bastante de que os ricos já usaram todos os seus recursos naturais e agora o ônus da conservação ficou conosco. Eles têm razão em reclamar?
Essa litania está aí desde a comissão. E no relatório da comissão nós reconhecemos que não, não podemos dizer ao mundo em desenvolvimento “desculpem, nós já enchemos a lixeira e agora vocês não podem mais jogar o seu lixo”. Então nós precisamos transferir tecnologia, ajudar o mundo em desenvolvimento a superar a pobreza, dando dinheiro. Aí a pergunta é: o mundo desenvolvido fez isso? E a resposta é não o bastante. Você pode reclamar de que não tenha havido esforço suficiente para superar essas diferenças, mas não pode esquecer que este é o mundo em que vivemos, nem discutir o que deveria ter acontecido no Reino Unido quando eles começaram a Revolução Industrial.

Quais foram os principais avanços no desenvolvimento sustentável nestes 20 anos?
Houve uma mudança considerável no uso de energia, nos padrões de eficiência energética. O que você pode ganhar aumentando a eficiência energética está longe de estar realizado, as coisas estão acontecendo, ainda que lentamente. Este pode ser um dos grandes temas para o Rio.

A agenda da conferência está diluída demais?
Esta é uma conferência grande, com muitos países diferentes, muitos interesses diferentes. Você viu o “Rascunho Zero”? Ele é muito fraco. Mas rascunhos zero sempre são fracos. Porque qualquer coisa controversa, que tenha objeção de alguns países, é deletada. Mas eu nunca vi uma conferência internacional que se pareça com o rascunho zero. Quando os países se juntarem, e as ONGs pressionarem, ele será melhorado. E eu prevejo que, na conferência, ele será melhorado ainda mais, em áreas cruciais. Porque países levantam objeções no rascunho zero, deletam coisas, mas aí as forças começam a se mobilizar e essas coisas voltam ao texto.

Quais seriam, na sua opinião, os indicadores de que a conferência do Rio foi um sucesso?
Espero que haja acordo quanto à criação de um Conselho de Desenvolvimento Sustentável [na ONU], quanto à instituição de relatórios nacionais regulares de desenvolvimento sustentável com transparência, pelos quais os países prestem contas para o resto do mundo.

E o maior risco de fracasso?
Não sei. Há a questão financeira, da qual falamos mais cedo. Mas, sabe, existe muito dinheiro hoje que está parado porque as pessoas têm medo. Quem tem dinheiro não sabe onde investi-lo. Então, uma clareza maior sobre institucionalizar sistemas que possam melhorar o uso de fundos públicos e de investimentos privados muito mais amplos em energia, por exemplo, é uma questão importantíssima que pode sair do Rio. O Rio pode obter um acordo sobre a realocação desse dinheiro, que é necessária e útil: mais empregos, menos energia, menos uso de recursos naturais.

Existe algum país que possa liderar na economia verde?
A Coreia do Sul fez muitos esforços nessa direção.

Como o Brasil está indo?
O país é tão grande e há tantos aspectos que eu não sei o bastante para responder. Mas muita coisa está acontecendo. Há uma melhora na questão do desmatamento na Amazônia, que pode ser medida. Mas está muito melhor agora do que quando viemos em 1985. Eu me lembro que estive em Manaus com um governador famoso [Gilberto Mestrinho] que achava uma estupidez isso de os ambientalistas virem dizer o que fazer com a Amazônia. Quanto estivemos em Cubatão, aquilo era um dos casos mais graves de poluição industrial. Hoje é um exemplo de como as coisas mudam.

Fonte: Folha.com/Ambiente



Água Doce: O ouro líquido do século XXI

on quinta-feira, 22 de março de 2012



A água doce será o ouro do século XXI !!!

Muitos de nós por não ter conhecimento aprofundado sobre o tema acredita que a água nasce da terra e por isso gastamos sem medidas, mas estamos totalmente errados, não vai nascer água no planeta e por isso ela é finita.

Muitos conflitos já estão se generalizando em vários países do mundo principalmente no Oriente Médio, o fato é que tem sido burrice nossa combater a seca, o que devemos fazer é conhecer bem o fenômeno e aprender a conviver com ela.

Você imagina como será o nosso futuro? A resposta é simples ou importaremos água ou exportaremos população. A distribuição de água é obrigação do governo, mas não podemos esquecer que também temos que fazer a nossa parte. Como?

Economizando, reciclando, reutilizando, usando de maneira correta e principalmente jogando o lixo na lixeira para que não vá parar em nossos rios, lagos, lagoas e açudes.

Eu creio que a EDUCAÇÃO AMBIENTAL é um dos instrumentos fundamentais para garantir um bom resultado na conservação dos nossos recursos naturais, mas é preciso ter a percepção que ela não é a solução de tudo, ou será usada como remédio para nossas mazelas culturais, a mesma apenas será o ponto de partida, o apoio, sem ela nós não teremos sentido e sem nós ela não terá sentindo.


Sem Água não há vida,
mas sem Educação não há salvação...
( João Ferreira Filho - Coronel das Águas)

Declaração Universal dos Direitos da Água


A água é a substância fundamental para a ocorrência e manutenção da vida. De fato, mesmo com todo o aparato tecnológico disponível, ainda não fomos capazes de encontrar outro planeta que possua água em seus três estados clássicos da matéria: sólido, liquido e vapor. Nesse sentido, a Terra é um planeta único por reunir condições climáticas e geológicas em perfeito equilíbrio para a existência dessa maravilha denominada VIDA.
 Nosso planeta poderia muito bem ser chamado Água, ao invés de Terra, uma vez que 70% de nosso planeta é constituído de água. No entanto, embora cerca de 2/3 da superfície terrestre seja coberta de água, apenas 0.007% é própria ao consumo humano e uso em processos industriais, pois o restante se encontra forma de água salgada (97%) ou são inacessíveis por se encontrarem em  geleiras (1.750%) e fontes subterrâneas (1.243%).
 Ou seja, água útil para uso humano e industrial é um recurso escasso e que, portanto, deve ser tratado com respeito e consciência  por todos.
 Em verdade, um dos grandes desafios de nosso século é a garantia ao acesso a fontes de água próprias para o consumo humano e uso em processos industriais. Infelizmente, fontes de água doce superficiais (lagos, rios, etc) vêm sofrendo os efeitos do descompromisso ambiental, colocando em sério risco as reservas hídricas disponíveis em nosso planeta.
       O planeta Água tem sede.

     Justamente por sua enorme importância a Água tem o seu próprio dia!
Claro, a preocupação com o uso sustentável da Água deve ser diária, no entanto, na intenção de se criar um momento de reflexão global, a ONU – Organização das Nações Unidas declarou o dia 22 de março como o Dia Mundial da Água através da resolução A/RES/47/193 – 22/fev/1993 [4].
 Em 22 de março de 1992 a ONU publicou um documento intitulado Declaração Universal dos Direitos da Água, onde podemos encontrar um conjunto de posturas e atitudes com relação ao uso sustentável da água. Ao todo são 10 artigos que, em princípio, devem ser tema de reflexão, discussão e análise nas mais diversas atividades dedicadas à celebração desse dia.
 Vamos aos Artigos:
Art. 1º - A água faz parte do patrimônio do planeta. Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável aos olhos de todos.

Art. 2º - A água é a seiva do nosso planeta. Ela é a condição essencial de vida de todo ser vegetal, animal ou humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura e a agricultura. O direito à água é um dos direitos fundamentais do ser humano: o direito à vida, tal qual é estipulado no Art. 3º da Declaração dos Direitos do Homem.

Art. 3º - Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia.

Art. 4º - O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende, em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam.
Art. 5º - A água não é somente uma herança dos nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como uma obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras.

Art. 6º - A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.

Art. 7º - A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas atualmente disponíveis.

Art. 8º - A utilização da água implica no respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado.
Art. 9º - A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social.
Art. 10º - O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra.
      O uso racional e sustentável de Água está longe de ser um fim a ser alcançado facilmente, mas sim um caminho a ser trilhado continuamente, dia-à-dia. Avaliando-se a cada passo dado a possibilidade de redução do Water footprint  buscando novas alternativas para as atividades, tanto pessoais como industriais, que envolvem tão precioso elemento que é a Água.
      Recordando que a realidade hídrica varia de região para região, devemos focar nossa atenção à comparação do uso da Água com a realidade local e, assim, adotar políticas de uso da Água que se adequem a essa realidade.
      Como não poderia deixar de ser, umas das atitudes fundamentais é a atenção à Educação sobre o tema. Educar-se, e educar nosso futuros sucessores com sobre os conceitos de Sustentabilidade Ambiental e relaciona-los com a Água e seu uso.
      Agindo assim não estaremos atuando só no presente, mas desenhando um futuro melhor e próspero em Água!


22 de março - Dia Mundial da Água

Dia do Turismo Ecológico

on quinta-feira, 1 de março de 2012


Desenvolvimento Sustentável e Ecoturismo

A sustentabilidade ecológica é um elemento essencial dos valores básicos que fundamentam a mudança da globalização. Por isso, várias ONGs, institutos de pesquisa e centros de ensino pertencentes à nova sociedade civil global, segundo Capra (2002) escolheram a sustentabilidade como o tema específico de seus esforços. Com efeito, a criação de comunidades sustentáveis é o maior desafio dos nossos tempos.

De acordo com o código de ética difundido pela OMT (Organização Mundial do Turismo), os empreendedores do setor de turismo, bem como os funcionários da atividade e os turistas, devem observar as condições naturais do ambiente, bem como as tradições culturais e sociais e as práticas de todas as populações nativas, incluindo as minorias e os grupos indígenas, assim como o reconhecimento do valor destes. Neste contexto, a atividade turística deve ser conduzida em harmonia com a natureza e com os atributos e tradições dos núcleos turísticos receptores e em respeito com suas leis, práticas e costumes.

Teixeira (2002), diz que é necessário o desenvolvimento do turismo em bases eco-sustentáveis, de forma que este possibilite conciliar o interesse das atividades turística com a urgente necessidade de poupar e preservar os recursos naturais, para que as gerações atuais e também vindouras, não tenham sua qualidade de vida afetada negativamente.

A Agenda 21 traz no capítulo 9, seção II, duas considerações que se relacionam diretamente com a atividade de turismo. A primeira diz respeito à energia, fator-chave para o desenvolvimento de qualquer setor. Segundo a agenda, as formas atuais de produção, transmissão, distribuição e consumo de energia não podem atender às necessidades crescentes de modo sustentável, sendo que o uso da mesma deve respeitar a atmosfera, a saúde humana e o meio ambiente como um todo. Neste contexto, maior ênfase deve ser dada à utilização de fontes novas e renováveis de energia.

A indústria da hospitalidade, de acordo com Teixeira (2002), é uma grande consumidora de energia e por isso, devem ser incluídas, no planejamento turístico para determinada localidade, soluções alternativas que visem à racionalizar o consumo de energia.

Outra proposta que se encontra na Agenda 21, também no capítulo 9, seção II e que está relacionada ao turismo é a de: “Limitar, reduzir e controlar as emissões atmosféricas do setor de transportes, particularmente o terrestre, transformando-o num sistema menos poluente e mais seguro”.

O deslocamento turístico, segundo Teixeira (2002) implica na utilização de sistemas de transporte e o transporte de superfície, em especial, é um grande poluidor da natureza, posto que emite o dióxido de carbono para o ar, um dos gases componentes do CFC’s – clorofluorcabonetos, responsáveis pela destruição da camada de ozônio que protege a terra contra os raios solares nocivos. Com a destruição desta camada de ozônio surge o chamado Efeito Estufa, que está entre os problemas ambientais mais graves, representando uma ameaça à manutenção do equilíbrio ecológico necessário à sobrevivência das diversas formas de vida existentes no planeta. O Efeito Estufa é responsável pelo aquecimento global e, conforme previsões de alguns cientistas cidades como Nova York, Veneza e Rio de Janeiro tenderão a desaparecer devido ao aumento do nível do mar. Posto isto, verifica-se que turismo nessas regiões estaria totalmente comprometido, além dos danos causados as comunidades locais.

A OMT, através da sua Assembléia Geral, fez claras referências acerca da importância de promover a implantação das Convenções Internacionais sobre o Ambiente e Desenvolvimento, incluindo a da Mudança Climática. Também a OMT criou o Comitê Mundial de Ética do Turismo encarregado de interpretar e aplicar as disposições do Código Ético Mundial para o Turismo, servindo de referência para diversos atores do setor, garantindo proteção ambiental e ao patrimônio cultural, assim como uma distribuição equilibrada dos benefícios do turismo.

Paralelamente a essas ações normativas, e devido a que as atividades do ecoturismo, Verdinelli (2002), diz que por sua própria concepção são ambientalmente sustentáveis, tiveram uma rápida expansão no mundo e terão, espera-se, crescimento no futuro, a organização das Nações Unidas, reconhecendo sua importância global, designou o Ano 2002 como o Ano Internacional do Ecoturismo. Para a preparação e coordenação dos eventos programados a OMT e a UNEP – Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, unirão seus esforços, sob a premissa do desenvolvimento sustentável.

As atividades do ecoturismo sem dúvida, minimizam os impactos negativos sobre o ambiente natural e sócio-cultural, transformando-se num suporte à proteção das áreas naturais, gerando benefícios econômicos para as comunidades de stakelholders, promovendo empregos alternativos e oportunidades, sem interferir na diversidade cultural.

O Ano Internacional do Ecoturismo para Verdinelli (2002) poderá oferecer uma oportunidade impar para rever as experiências nos mais diversos ambientes, no sentido de consolidar ferramentas e as estruturas institucionais que garantam seu desenvolvimento sustentável no futuro. Do debate e deliberações que venham acontecer durante a Reunião Principal programada, espera-se que se estabeleçam diretrizes que sirvam de subsídios para maximizar os benefícios ambientais, econômicos e sociais do ecoturismo, enquanto se evitam os impactos negativos ocorridos no passado.


Fonte: http://www.portaldoagronegocio.com.br/conteudo.php?id=23138

Marchinhas de Carnaval...

on domingo, 19 de fevereiro de 2012




Marcha de Carnaval, também conhecida como "marchinha", é um gênero de música popular que foi predominante no carnaval dos brasileiros dos anos 20 aos anos 60 do século XX, altura em que começou a ser substituída pelo samba enredo em razão de que as escolas de samba não queriam pagar os altos preços cobrados pelos compositores musicais. No entanto, no Rio de Janeiro, as centenas de blocos carnavalescos que anualmente desfilam durante o carnaval continuam, a cada ano, lançando novas marchinhas e revivendo as antigas.


Tô Ligado: Bote Fé reúne um mar de Jovens em Patos

on quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012


Bote Fé - Patos PB


Um momento de intenso fervor marcou a acolhida da Cruz e do Ícone de Maria no Bote Fé da Diocese de Patos (PB) na noite desta terça-feira, 7, com uma grande  carreata conduzindo os símbolos da Jornada Mundial da Juventude.
Após a carreata, a Cruz foi acolhida no Largo Pe. Hilário com a palavra do Pe. Ronaldo Marques, administrador diocesano, Pr. Bonifácio, do Pe. Flávio, coordenador de Pastoral e do Prefeito da Cidade de Patos, Nabor Wanderley.
Uma multidão de jovens carregou nos ombros a Cruz Peregrina e o Ícone de Nossa Senhora da Paróquia de Fátima até o Largo Dom. Gerardo Andrade Ponte na Catedral de Nossa Senhora da Guia.
Envolvidos num clima de euforia e fé  os Jovens tomaram de conta da lateral da catedral transformando a Catedral, sede da Diocese de Patos em “Catedral da Juventude”.
Um dos momentos mais esperados da noite foi a realização do Show de Cosme e Banda que além de empolgar a juventude através da música tocou a todos com o seu testemunho de vida transformada pelo poder da Santa Cruz de Cristo.
Nos intervalos a multidão de jovens gritava  de alegria e dançava ao som do Dj. César e pulava proclamando a palavra chave do evento: “Bote Fé”.
A noite reservava ainda uma grande surpresa que ficou por parte da Banda Dominus, reconhecida internacionalmente no mundo da música católica.
A manha da quarta-feira, 08, iniciou-se com a Via Sacra, percorrendo as principais ruas do centro de Patos e em seguida as 07:30 no interior da Igreja Catedral aconteceu a missa voltada para os idosos e doentes que tiveram um momento especial de veneração da Cruz e do Ícone.
Por Carlos Silva e Maria Joseny (Josa) – Pascom Diocese de Patos

Mensagem do Mês: Cirque du Soleil - Alegria

on quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

If you have no voice, 

SCREEM;

Se você não tem voz,
GRITE;

If you have no legs,
RUN; 

Se você não tem pernas,
CORRA;

If you have no hope,
INVENT.

Se você não tem esperança,
INVENTE.

WHAT IF ANYTHING WERE POSSIBLE? 
E SE ALGUMA COISA FOSSE POSSÍVEL?

(Cirque du soleil)





Bom inicio de Fevereiro de 2012...

Missa dos "Filhos da Terra": Sorocaba - SP

on domingo, 29 de janeiro de 2012


A imagem de São Miguel estará em Sorocaba em uma MISSA festiva para o povo de TAVARES -PB que reside em toda a região. Padre JOÃO BATISTA pároco da cidade de Tavares PB, levará a imagem juntamente com MANOEL MARCELO (NECA) à cidade de Sorocaba aonde será presidida uma celebração festiva.

Essa é uma oportunidade que muitos dos filhos da cidade de Tavares tem de matar a saudade da sua terra, mesmo que simbolicamente...

 Participem e convidem todos os amigos!!!!

Diário de Aventura e Ecoturismo: Solidão PE



Aproveitando o período de férias a equipe do Diário ACGA esteve na cidade de solidão no estado do pernambuco no dia 14 de Janeiro de 2012. Uma cidade pequena, porém com um potencial turístico muito grande e pessoas encantadoras e acolhedoras.


Na cidade existe um santuário e muitas histórias de milagres. A história do santuário de Solidão começou em 1945, quando o padre francês Carlos Cottart, que atuava no sertão pernambucano, decidiu colocar uma imagem de Nossa Senhora de Lourdes numa gruta do então arruado que se chamava Solidão e pertencia ao municipio de Afogados da Ingazeira.


Durante a construção do pedestal para imagem, surgiu, entre as paredes rochosas da gruta, um olho d'água que ninguém havia notado antes. Os moradores atribuíram o fato a um milagre e logo se espalhou a informação de que aquela água tinha poderes curativos.


Antes mesmo de terminada a construção do santuário, começaram a acontecer ali várias celebrações religiosas. O local passou a ser vistado por pessoas da redondeza, que chegavam para acender velas á santa, pagar promessas ou coletar um pouco da água milagrosa.


As notícias de graças alcançadas se espalharam e, pouco a pouco, o povo passou a receber visitantes de todo território pernambucano. Entre as décadas de 50 a 70, o santuário de Nossa Senhora de Lourdes viveu um período de intensa movimentação, com milhares de fiéis vindos de todo o Nordeste brasileiro.


Além de turismo Religioso em seus diversos aspectos, outra dica para quem quer visitar a cidade é subir até o cristo ressuscitado, um monumento histórico conhecido por sua beleza e por ter a possibilidade de vislumbrar uma magnífica vista aérea da cidade, o percurso para o mesmo pode ser feito através de escalada pelas rochas que o rodeiam ou por caminhada através de uma trilha podendo observar a paisagem e toda vegetação proveniente do semi-árido da caatinga. 



Documentário: Solidão PE - Religião e relatos de fé

Calendário Ecológico do Semiárido...


Problemas Ambientais

on segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

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